Últimas Publicações / Brasil

Alcântara, uma máquina de fazer gols

Edson Alcântara e sua esposa Samara. O casal reside em Santo Antônio da Platina. Alcântara é um dos maiores artilheiros da história do futebol paranaense. Em 1991, atuando pelo Sport de Campo Mourão, marcou 31 gols. O registro da Federação Paranaense de Futebol é de 30 gols porque um que ele anotou não foi para a súmula. Em 1991, foi o jogador que mais marcou em todos os campeonatos estaduais do Brasil.

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Gylmar, Bellini e Nilton Santos

O capitão da seleção brasileira, zagueiro Hideraldo Luís Bellini, o goleiro Gylmar dos Santos Neves e o lateral-esquerdo Nilton Santos, com a taça Jules Rimet, campeões mundiais em 1958, na Suécia. Bellini nasceu em  7 de junho de 1930, em Tapira-SP, e faleceu em 20 de março de 2014, em São Paulo; Gylmar nasceu em 22 de agosto de 1930, em Santos-SP, e faleceu em 25 de agosto de 2013, em São Paulo; e

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Botafogo de Ribeirão Preto

Botafogo Futebol Clube, campeão da Taça Cidade de São Paulo, em 1977.  Em 1977, o Botafogo seria campeão do Primeiro Turno do Campeonato Paulista. O feito rendeu ao clube o troféu de maior prestígio de sua história, a Taça Cidade de São Paulo. Com um time formado por grandes jogadores em um elenco que somava experiência e juventude, o Bota foi representado no Paulistão de 1977 por craques como Lori

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Laércio José Alves e o filho Cássio doam ao MEM camisa antiga da Prudentina, nove bonés e selo histórico

O pioneiro maringaense, Laércio José Alves, um dos primeiros redatores esportivos de Maringá, tendo trabalhado no O Jornal, na década de 1950, e seu filho Cássio Marcelo de Oliveira Alves doaram ao Museu Esportivo de Maringá uma camisa de 1985 da Associação Prudentina de Esportes Atléticos, tradicional clube paulista, fundado em 26 de outubro de 1936, da cidade de Presidente Prudente.

Laércio, que tem o apelido de

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Tapejara Atlético Clube - 1988

Enviada pelo amigo do MEM, Valmir Faria, que fez o texto: 'Esse é o Tapejara Atlético Clube, o TAC, que em 1988, conquistou o título de campeão amador da Liga de Cianorte. O jogo foi no dia 22 de junho, no Estádio Municipal Olímpico Albino Turbay, em Cianorte. O Tapejara sagrou-se campeão vencendo o forte time do Japurá por 2 a 1, com gols marcados pelo centroavante Bolinha e pelo zagueiro Cidão. Lebrão marcou para o J

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Dr. Sócrates

Reginaldo Benedito Dias fala de Sócrates: 'Sócrates foi um dos mais impressionantes fenômenos do futebol mundial. Até os 23 anos, era um estudante universitário que combinava os estudos com atuação em um time profissional. Mesmo assim, destacou-se, foi artilheiro do campeonato paulista, despertou a atenção dos grandes clubes e teve seu nome cotado para ser convocado para a seleção brasileira. Em seu primeiro ano

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Paulo Roberto Falcão

Reginaldo Benedito Dias fala de Falcão: 'Em 1975, Pelé foi indagado sobre quem seria seu sucessor. Sem ser conclusivo, indicou que Falcão era um jogador completo. Muito jovem, era a mais rútila estrela do grande Internacional bicampeão. Injustiçado na convocação para a Copa de 1978, continuou a brilhar, liderando o Internacional na conquista invicta do campeonato brasileiro de 1979. Comprado pela Roma na condição de pr

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Paulo Cézar Lima

Reginaldo Benedito Dias fala de Paulo Cézar Lima: ' Ele não gosta de ser chamado de Caju. Paulo Cézar Lima encantava-me pela exuberância técnica, exibida na seleção brasileira e, principalmente, na máquina tricolor de 75 e 76. Foi o décimo segundo titular da seleção do tricampeonato mundial. Zagallo pretendia escalá-lo como titular da ponta esquerda, mas o bairrismo dos paulistas c

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Paquito

Reginaldo Benedito Dias fala de Paquito: 'O craque do dia é Paquito, que brilhou com as camisas do União Bandeirantes, do Coritiba e do Grêmio de Maringá. Camisa 8 habilidoso e com ótimo senso tático, ele era o cérebro da lendária dupla com Tião Abatiá. Em 1976, quando comecei a frequentar o Willie Davids, ele era a estrela da companhia. Não decepcionava. Lembro-me de dois golaços dele naquela campanha do

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Didi, Grêmio Maringá

Didi, Grêmioi Maringá, campeão paranaense de 1977. Reginaldo Benedito Dias fala de Valdir Manuel dos Santos, nascido em 18 de abril de 1949, faleceu em 23 de outubro de 2003.: 'Dono de uma técnica refinada e de excepcional visão de jogo, Didi era um grande maestro. Tinha talento para jogar na seleção brasileira. Bola de sobra e juízo de menos. Quem acompanhou a gloriosa arrancada do Grêmio ao título de 1977 jamais se esq

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Time do São Paulo, 1951 - Houve um tempo em que um clube parabenizava o outro pelas conquistas

Depois de perder a Copa do Mundo de 1950, falava-se que o futebol brasileiro tinha morrido. Apesar da decepção no jogo final contra os uruguaios, nossa seleção encantou o mundo nos jogos anteriores. Por isso, no ano seguintes, muitos clubes brasileiros realizaram excursões pelo Velho Mundo. Foi um bom intercâmbio com o futebol europeu mostrando que estávamos bem vivos e que a derrota de 1950 foi uma fatalidade.

Um combinado São

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Pinduca mascarado no Museu Esportivo de Maringá

Nosso manequim do Museu Esportivo de Maringá, que apelidamos de Pinduca, com a camisa do Grêmio de Esportes Maringá, campeão paranaense de 1977. A camisa pertenceu ao atacante João Marques, que presenteou o amigo Sebastião Braz Palma, o Tião Rivelino que, por sua vez, doou ao Museu Esportivo de Maringá.  A máscara personalizada (peça única) foi doada pelo amigo do MEM, Andy Maringá.

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“Quilômetros de papel e rios de tinta imprimem o futebol ao longo dos anos, atravessando gerações. Na era digital, as Imagens avançam pelos céus, rompem todas as fronteiras. As vozes do amor ao futebol ecoam pelo grande campo que é o mundo. Agora, em algum lugar, alguém chuta uma bola. A paixão mais documentada da história não para. O jogo nunca termina.”

(Antonio Roberto de Paula)

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