No coração do Museu Esportivo de Maringá, a história do esporte é preservada graças à generosidade e ao carinho de mais de 400 doadores. Cada item doado, seja a folha de um documento antigo, um chaveiro, uma caneca, uma camisa de um clube amador que já não existe, ou mesmo troféus, taças, medalhas recentes, quadros de fotografias antigas ou reproduzidas recentemente, livros famosos ou de autores anônimos, todos carregam um significado especial para o MEM. Cada peça doada é uma narrativa, um pedaço da história que ajuda a compor o vasto mosaico do nosso acervo.
Essa soma de memórias é o que define a alma do Museu Esportivo. A cada doação, um novo capítulo é adicionado à nossa grande história esportiva, permitindo que gerações presentes e futuras possam entender e apreciar as muitas camadas do esporte na nossa região e além.
Expressamos nossa profunda gratidão a todos que contribuíram com suas relíquias. Graças a vocês, o Museu Esportivo de Maringá é uma realidade viva e vibrante. Todos os nossos amigos doadores estão representados em nosso site, e convidamos todos a conhecê-los.
Visite www.museuesportivo.com.br e explore o menu 'Acervo do MEM', especificamente na categoria 'Doadores de Peças para o acervo do MEM'. Aqui, você encontrará os rostos e as histórias desses guardiões da história esportiva.
E você, está pronto para se juntar a este seleto grupo? Considere se tornar um doador e ajudar a expandir ainda mais nosso acervo. Junte-se a nós nessa jornada de preservação!
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O amigo cirurgião dentista Pedro Pelissari, colaborador do Museu Esportivo de Maringá, doou, desta vez, dois itens do seu time de coração, o Santos Futebol Clube: uma agenda e dois jogos de baralho. Pedrinho esteve na inauguração da sede do Museu Esportivo em 30 de outubro de 2017 e fez a doação de duas importantes relíquias. Ele doou um álbum de recortes de jornais antigos do Grêmio Esportivo Maringá, dos anos
Equipe do Clube Olímpico de Maringá.
Informações de José Luiz Lopes Vieira, o Pancho.
Lembranças do Handebol. Taça Brasil de Handebol em Aracaju, Sergipe - 1983. Fotos cedidas por Marcel
Atacante Paquito, aos 21 anos, em 1965, ano em que começou a jogar no União Bandeirante, da cidade paranaense de Bandeirantes. Lá ele ficou até 1970. No ano seguinte foi brilhar no Coritiba onde permaneceu até 1973. Em 1974 jogou no Santa Cruz; em 1975 e 76 (ano em que foi artilheiro do Campeonato Paranaense com 25 gols) no Grêmio Maringá; em 1977 e 78 no Matsubara; em 1979 no Operário de Ponta Grossa; e em 1980 novamente no Matsubara, on
O Museu Esportivo de Maringá recebeu a visita, no dia 3 de janeiro, do senhor Mario Valdovino, 90 anos, da sua esposa Amélia, dos filhos Mair e Jair, dos netos Roberto e Mair Junior e dos bisnetos Gabriel e Rafaela (filhos do Gustavo, irmão da Roberta, e da Denise). A visita foi agendada pela neta Roberta, que registrou, assim como Mair Junior, com fotos e filmagens o passeio dos Valdovino ao Museu.
O senhor Mário é uma figura das mais quer
“Quilômetros de papel e rios de tinta imprimem o futebol ao longo dos anos, atravessando gerações. Na era digital, as Imagens avançam pelos céus, rompem todas as fronteiras. As vozes do amor ao futebol ecoam pelo grande campo que é o mundo. Agora, em algum lugar, alguém chuta uma bola. A paixão mais documentada da história não para. O jogo nunca termina.”
(Antonio Roberto de Paula)
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