Reginaldo Benedito Dias fala de Sócrates: 'Sócrates foi um dos mais impressionantes fenômenos do futebol mundial. Até os 23 anos, era um estudante universitário que combinava os estudos com atuação em um time profissional. Mesmo assim, destacou-se, foi artilheiro do campeonato paulista, despertou a atenção dos grandes clubes e teve seu nome cotado para ser convocado para a seleção brasileira. Em seu primeiro ano como profissional, foi contratado pelo Corinthians, que ganhou a corrida do São Paulo, e se tornou titular da seleção brasileira. Mais do que isso, foi líder e capitão do grande time de 1982. Politizando-se, liderou a experiência conhecida como Democracia Corintiana, demonstrando que o futebol não é só futebol e que o atleta é cidadão. Foi um dos grandes do futebol mundial da década de 1980, merecedor de biografias em inglês, italiano e espanhol. Sócrates, o capitão do time eternizado como símbolo do futebol arte, o artista da bola que é considerado o principal símbolo libertário do futebol mundial.' (Ilustração: Francisco Carlos S. da Silva)
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Roderley homenageado pela Confraria Amigos da Bola, em Curitiba
(Texto de Zé Domingos, da Confraria Amigos da Bola) Fotos enviadas por Feliz Dias
Nascido em 1939 em Olímpia, São Paulo foi lá mesmo que Roderley Geraldo de Oliveira se encaminhou para o futebol desde garoto e aos dezessete anos era profissionalizado pelo clube local.
Mostrando categoria, classe, elegância e firmeza as suas atuações chamaram atenç
Na terça-feira, dia 13 de agosto, o Museu Esportivo lançou o projeto denominado “Era uma vez no esporte” exclusivo para seus apoiadores e parceiros. Na estreia, participaram o diretor do MEM, Antonio Roberto de Paula, Nelson Barbosa Junior, Johnny Katayama, Tiago Valencinao, Giovanni Froeming e Carlos Emori Jr, que assistiram transmissões esportivas da década de 1990, seguidas de análises e debates. Os temas foram o título mundial de 1992
Descanse em paz, Luiz Fernando Cardoso
Museu Esportivo de luto. Perdemos o amigo Luiz Fernando Cardoso para a Covid. Luiz tinha 40 anos completados no mês passado. Jornalista, veio de Pato Branco para Maringá, participava ativamente do nosso grupo do MEM desde o início; ético, só postava informações sobre esporte. Ele esteve no Museu Esportivo, fez doação de livros (dos 40 anos do Londrina e do Sismmar, que ele escreveu)
México 70 - E as palavras, eu que vivo delas, onde estão? Onde estão as palavras para contar a vocês e a mim mesmo que Tostão está morrendo asfixiado nos braços da multidão em transe? Parece um linchamento: Tostão deitado na grama, cem mãos a saqueá-lo. Levam-lhe a camisa levam-lhe os calções. Sei que é total a alucinação nos quatro cantos do estádio, mas só tenho olhos
“Quilômetros de papel e rios de tinta imprimem o futebol ao longo dos anos, atravessando gerações. Na era digital, as Imagens avançam pelos céus, rompem todas as fronteiras. As vozes do amor ao futebol ecoam pelo grande campo que é o mundo. Agora, em algum lugar, alguém chuta uma bola. A paixão mais documentada da história não para. O jogo nunca termina.”
(Antonio Roberto de Paula)
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