Relíquia de 40 anos
Fã de Rafael Cammarota, goleiro que atuou no Grêmio de Esportes de 1979 a 1981, Bernardo Alberto Galeli conhecido como Beto da Central Carnes, 53 anos, doou uma camisa do seu ídolo ao Museu Esportivo de Maringá. Goleiro nos seus tempos de garoto, Beto acompanhava os jogos do Grêmio Maringá e os camisas número 1 eram os que lhe chamavam mais atenção. Nomes como Leonel, Luís Andrade, Luís Antonio, Rafael Cammarota, Leonel, Rubens, Róbson e Jorge Hipólito ficaram registrados na sua memória. Beto, da Vila Operária e estudante do Colégio João XXIII, torcedor do Grêmio Maringá e do Santos, tem, entre todos os goleiros que viu atuar no Galo do Norte, Rafael Cammarota como seu maior ídolo.
Sobre a camisa, provavelmente de 1981, Beto conta que um tempo atrás estava na casa do seu pai quando ficou sabendo: “Ele me perguntou se eu não ia levar a camisa do Grêmio que estava na casa dele. Não me lembrava desta camisa e não me lembro se ganhei nem quando. Talvez tenha sido meu pai quem ganhou e confundiu achando que era minha. Espero ter ajudado o Museu Esportivo com esta relíquia. O Rafael é um goleiro que sempre admirei.” O pai de Beto é uma pessoa bastante conhecida na cidade. É o pioneiro Genuino Armelindo Galeli, de 87 anos, o Gino Careca, que durante nove anos foi cobrador do Clube Olímpico de Maringá, que, assim como o filho, também era torcedor ferrenho do Grêmio Maringá.
Rafael Cammarota, amigo do Museu Esportivo, atualmente residindo em São Paulo, ficou sabendo por intermédio da gente a história da sua camisa e disse que presenteou torcedores do Grêmio com camisas poucas vezes. Ele se recorda do seu padrinho de casamento Armando Barbara, que era proprietário da loja de equipamentos para escritório Barbirene, a quem ele deu uma camisa, e também Nelito Ribeiro, que foram dirigentes do Grêmio Maringá.
Rafael enviou uma mensagem ao Beto da Central Carnes: “Beto, fico contente de você ter encontrado esta camisa com o seu pai. Se esta camisa estava com seu pai é porque ele era um grande amigo meu quando joguei em Maringá. Fico contente, Beto, por vocês terem guardado esta camisa por tanto tempo. Muito obrigado, fico contente, emocionado. Agradeço de coração”.
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Medalhas de Lúcio Aurélio no Museu Esportivo de Maringá -
Medalhas conquistadas pelo atleta Lúcio Aurélio de Freitas, o Tutio, campeão de taekwondo e boxe, doadas ao MEM.
Acesse o nosso site e conheça parte do nosso acervo aqui no nosso site.
Estádio Zama Maciel, do clube URT - UInião Recreativa dos Trabalhadores, cidade de Patos de Minas, Minas Gerais. Capacidade: 2.800 pessoas.
O Museu Esportivo de Maringá recebeu na sede campestre do Sindicato dos Bancários de Maringá, no dia 5 de fevereiro de 2022, a equipe master do Londrina, que tem como diretor Jorge Júnior. O amistoso foi organizado por Adilson Fischer, o Bolinha. Os londrinenses venceram o confronto por 4 a 3. Após a partida houve uma confraternização, sendo o churrasco preparado por Aldi César Mertz, do Sindicato dos Bancários, amigo do MEM.
O amigo-parceiro-apoiador-pesquisador José Carlos Cecílio, que veio fazer uma visita ao Museu Esportivo. E, como sempre, trouxe preciosidades para o nosso acervo que está chegando a 3.500 itens.
Hoje, uma relíquia do Maringá Velho, bairro que o amigo JC Cecílio conhece como a palma da mão. Lá ele nasceu, na avenida Brasil, e agora se encarrega de contar uma bela história de um lugar com mais de 80 anos.
A
“Quilômetros de papel e rios de tinta imprimem o futebol ao longo dos anos, atravessando gerações. Na era digital, as Imagens avançam pelos céus, rompem todas as fronteiras. As vozes do amor ao futebol ecoam pelo grande campo que é o mundo. Agora, em algum lugar, alguém chuta uma bola. A paixão mais documentada da história não para. O jogo nunca termina.”
(Antonio Roberto de Paula)
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