Arlene Lima, membro da Academia de Letras de Maringá, doou ao Museu Esportivo de Maringá o brasão do Município com o qual ela foi homenageada em 1996 pela administração municipal, que tinha Said Ferreira como prefeito.
A peça tem alto valor histórico por ter sido doada por uma pioneira da cidade, filha do autor da letra do Hino a Maringá, Ary de Lima, a fundadora do Lar Betânia, entidade que abrigava menores em situação de risco e vereadora na Legislatura 1997-2000.
A importância do brasão doado ao MEM é ainda maior por ter sido confeccionado, segundo Arlene, pelo seu criador, artista gráfico Reynaldo Costa, que faleceu no dia 25 de junho deste ano, aos 83 anos. Reynaldo Costa criou, além do brasão do Município, a bandeira de Maringá, a logomarca da UEM (Universidade Estadual de Maringá), entre outros trabalhos que o colocam perenemente na história da cidade. Na inauguração do MEM, no dia 30 de outubro de 2017, Reynaldo Costa nos honrou com sua visita.
A relíquia, em ótimo estado, foi feita de madeira, tendo a parte frontal revestida de couro e o verso com feltro, onde está afixada a placa de metal com os seguintes dizeres: 'Sra Maria Arlene de Lima, os agradecimentos sinceros pelos relevantes serviços prestados junto à comunidade maringaense. Maringá, 03 de junho de 1996. Said Felício Ferreira - Prefeito Municipal'. O brasão tem o suporte de madeira torneada e hastes metálicas.
A pioneira Arlene Lima fez a entrega do brasão ao diretor do MEM, Antonio Roberto de Paula, na reunião da Academia de Letras de Maringá, realizada no Hotel Metrópole Maringá, no último dia 5 de agosto. 'Agradecemos a doação dessa peça histórica à amiga Arlene, pioneira, poeta, apaixonada pela Cidade Canção, tendo aqui chegado ainda menina. Agradecemos pela confiança, pelo carinho e amizade', afirmou o diretor do Museu Esportivo de Maringá, Antonio Roberto de Paula.
A foto de Arlene Lima com o brasão e de De Paula é da acadêmica da ALM, Railda Masson.
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“Quilômetros de papel e rios de tinta imprimem o futebol ao longo dos anos, atravessando gerações. Na era digital, as Imagens avançam pelos céus, rompem todas as fronteiras. As vozes do amor ao futebol ecoam pelo grande campo que é o mundo. Agora, em algum lugar, alguém chuta uma bola. A paixão mais documentada da história não para. O jogo nunca termina.”
(Antonio Roberto de Paula)
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