A equipe do Giorgione, recentemente, foi campeã da Copa Itália de Futsal, comandada pelo maringaense Robson Angelo Marani, nosso amigo do Museu Esportivo, há muitos anos radicado naquele país. O time tem os irmãos maringaenses Guilherme Becegato de Mello e Felipe Becegato de Mello, filhos do amigo Ney Mello, que era bom de bola, tendo jogado em várias equipes amadores de Maringá. NEY esteve no Museu Esportivo trazendo relíquias doadas pelo Robson.
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O amigo do MEM, maringaense Robson Angelo Marani, técnico de futsal na Itália e que foi craque do futsal paranaense, doou ao Museu Esportivo de Maringá um antigo agasalho da Confederação Brasileira de Futebol de Salão e cachecóis do Barcelona, de 2013, quando o clube foi campeão da Liga dos Campeões de Futsal da UEFA, e da seleção de futsal dos Estados Unidos.
O agasalho doado por Robson é de 1986, q
Conheci o Apucarana há muitos anos, mas sua fama chegou bem antes para mim. O saudoso Renato Taylor Negrinho o chamava de “Aprendiz de feiticeiro”. O também saudoso Antonio Paulo Pucca vivia às turras com ele. Elnio Silveira Pohlmann criava clubes, montava times e depois ia ver como pagar a conta. Foi colunista esportivo dos jornais da cidade, teve programas de TV, montou tabloides, promoveu eventos (noites de gala, campeonatos amadores e torneios
Rudi Marcelo Rocha, nascido em 20 de julho de 1982, natural de Piraquara-PR, foi o primeiro goleiro da história do Maringá Futebol Clube, em 2010, ano da fundação do clube. Ele esteve no Museu Esportivo de Maringá nbo dia 21 de setembro de 2025, em companhia do amigo Odair Figueiredo, fotógrafo, quando doou para o nosso acervo uma peça histórica: a camisa de goleiro que ele usou na época. Agradecemos a relíquia, o que torna
Luiz de Canini era o dono da camisa 11 da Lusinha Mandaguariense; filho André fez a doação da raridade.
O Museu Esportivo de Maringá recebeu a doação de uma camisa da Portuguesa de Mandaguari, equipe que disputava os campeonatos amadores naquela cidade e amistosos na região durante a primeira metade dos anos 1960.
Embora usasse o mesmo nome e as mesmas cores do clube paulista, o time pé-vermelho não estampav
“Quilômetros de papel e rios de tinta imprimem o futebol ao longo dos anos, atravessando gerações. Na era digital, as Imagens avançam pelos céus, rompem todas as fronteiras. As vozes do amor ao futebol ecoam pelo grande campo que é o mundo. Agora, em algum lugar, alguém chuta uma bola. A paixão mais documentada da história não para. O jogo nunca termina.”
(Antonio Roberto de Paula)
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