Radialista há mais de 30 anos, atuando em reportagens e programas esportivos e em programas de entretenimento, Edvaldo Ferreira colecionou, nesse período, camisas de clubes de futebol, paranaenses em sua maioria, recebidas de jogadores, técnicos e dirigentes. Amigo de longa data de Antonio Roberto de Paula, Edvaldo esteve no Museu Esportivo de Maringá no dia 2 de janeiro de 2019 para doar quatro camisas da sua coleção: dos clubes Grêmio Maringá, União Bandeirante, Roma Esporte Apucarana e Rio Branco Sport Club, de Paranaguá.
A camisa do Grêmio Maringá é de 2001, quando o clube presidido por José Caleffi disputou o Campeonato Brasileiro da Série C, contando com o apoio do Clube Athletico Paranaense, que cedeu vários jogadores para o Galo na ocasião. Na época, a camisa gerou polêmica por trazer no ombro direito o distintivo do clube parceiro, o Furacão.
Joel, meia do União Bandeirante em 2003, foi quem doou a camisa daquele clube ao repórter Edvaldo. Eles já se conheciam bem porque na década anterior, Joel, exímio cobrador de faltas, havia jogado no Grêmio Maringá.
A camisa do Roma, clube da cidade de Apucarana, foi um presente do então treinador daquele time em 2004, Itamar Bellasalma, nome de destaque na história do futebol profissional de Maringá, centroavante da equipe campeã paranaense de 1977.
Já a camisa do Rio Branco Sport Club é de 2013, personalizada (com o nome de Edvaldo abaixo do número 15, nas costas), presente da diretoria ao radialista no ano do centenário do clube parnanguara.
Trabalhando atualmente na rádio Ingamar, de Marialva, onde está há cinco anos, com um programa de entretenimento e reportagens esportivas, Edvaldo é um dos profissionais que mais conhece a história do futebol maringaense e seus personagens, jogadores e dirigentes, tendo convivido com grandes nomes da imprensa esportiva da cidade desde 1987 e acompanhado o dia a dia dos clubes da cidade nas emissoras do rádio maringaense. Além do Grêmio Maringá, fez coberturas no MAC (Maringá Atlético Clube), o Maringá Futebol Clube (de 1995 a 1997), o Galo/Adap, o Águia e o atual MFC, além de inúmeros eventos amadores envolvendo o futebol amador e outros esportes.
'Agradecemos as doações do amigo Edvaldo, um profissional sério e competente, um apaixonado pelo esporte. Suas doações contam importantes histórias dos clubes. Cada peça nos remete a uma época, a um acontecimento, nos ensina e nos faz recordar. Resgatar histórias e seus personagens é um dos objetivos do MEM. Graças a colaboração de amigos, como Edvaldo Ferreira, estamos conseguindo', afirma o diretor do Museu, de Paula.
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Dia 18 de junho de 2014, seis anos da morte de Américo da Silva Dias, o Ameriquinho, o Português, um dos grandes nomes da história do futsal de Maringá, pivô dos mais inteligentes. Nascido em 19 de abril de 1957, Américo faleceu aos 57 anos, está sepultado no Cemitério Municipal de Maringá. A data foi lembrada pelo amigo do MEM, o Pitico, amigo de infância do Português. Na foto dos anos 70, Pitico e Américo.
Time de vôlei feminino de Maringá, início dos anos 70. Foto enviada pelo nossos colaboradores Francisco Dantas e Marinês Altoé. Morando atualmente no Rio de Janeiro, Marinês integrou o selecionado de vôlei de Maringá.
O amigo-parceiro-apoiador-pesquisador José Carlos Cecílio, que veio fazer uma visita ao Museu Esportivo. E, como sempre, trouxe preciosidades para o nosso acervo que está chegando a 3.500 itens.
Hoje, uma relíquia do Maringá Velho, bairro que o amigo JC Cecílio conhece como a palma da mão. Lá ele nasceu, na avenida Brasil, e agora se encarrega de contar uma bela história de um lugar com mais de 80 anos.
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O capitão da seleção brasileira, zagueiro Hideraldo Luís Bellini, o goleiro Gylmar dos Santos Neves e o lateral-esquerdo Nilton Santos, com a taça Jules Rimet, campeões mundiais em 1958, na Suécia. Bellini nasceu em 7 de junho de 1930, em Tapira-SP, e faleceu em 20 de março de 2014, em São Paulo; Gylmar nasceu em 22 de agosto de 1930, em Santos-SP, e faleceu em 25 de agosto de 2013, em São Paulo; e
“Quilômetros de papel e rios de tinta imprimem o futebol ao longo dos anos, atravessando gerações. Na era digital, as Imagens avançam pelos céus, rompem todas as fronteiras. As vozes do amor ao futebol ecoam pelo grande campo que é o mundo. Agora, em algum lugar, alguém chuta uma bola. A paixão mais documentada da história não para. O jogo nunca termina.”
(Antonio Roberto de Paula)
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