Nosso amigo do Museu Esportivo de Maringá, Antonio Divino Souza Reis, do Instituto dos Torcedores do Grêmio de Esportes Maringá (ITGEM) fez a doação de uma carteirinha de sócio-proprietário do Grêmio de Esportes Maringá de 1978, quando o clube era presidido por Carlos Coelho. A carteirinha pertence ao seu pai Antonio Francisco dos Reis, de 89 anos. Agora, a relíquia ficará exposta no MEM ao lado de dezenas de outras carteirinhas das décadas de 1960, 70, 80 e 90 doadas por torcedores dos clubes maringaenses. A paixão de Antonio herdada do pai o levou a fundar o ITGEM. Desejamos sucesso a ele e aos demais membros da diretoria nesta empreitada, neste grande desafio que é resgatar um clube que mora no coração do torcedor maringaense e da região.
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-Texto publicado no site www.taniatait.com.br, dia 17 de setembro de 2020.
- O Brasil é marcado pela paixão ao futebol. Todo torcedor brasileiro ou brasileira se sente um técnico, dá opinião, critica, sofre, enfim se sente ligado ao futebol.
No entanto, o futebol que tanto encanta, traz uma série de problemas. Quatro desses problemas chamam muito a atenção: a falta do futebol arte; o descaso do jogador pela
Equipe feminina de basquete de Maringá, década de 1970. Nossa amiga do Museu Esportivo de Maringá, Marinês Altoé, atuava naquele time que representava muito bem a cidade em Jogos Abertos do Paraná e em outras competições no estado. Foto: arquivo do MEM. #museuesportivodemaringa #museuesportivodemaringa
Jaiminho marcou os três gols na vitória do Grêmio Maringá no Clássico do Café de 1986.
De acordo com o almanaque "A História do Futebol Profissional de Maringá", escrito pelos amigos Ortilio Carlos Vieiria (Tilinho) e Reginaldo Lima, o jogo Grêmio 3 x 1 Londrina, três gols do Jaiminho, no Willie Davids, dia 2 de março de 1986, o técnico do Galo era Nicanor de Carvalho, que escalou os seguintes
Ingresso do jogo Botafogo F. C. 4 x 0 Santos, Campeonato Paulista, dia 20 de março de 2019, que livrou o time de Ribeirão Preto do rebaixamento. Doado ao MEM pelo amigo palmeirense Emilson Rodrigues Marques, que morou em Ribeirão Preto e comemorou muito a goleada e a permanência do Botinha na elite paulista. Além deste ingresso, Emilson doou um distintivo do clube.
“Quilômetros de papel e rios de tinta imprimem o futebol ao longo dos anos, atravessando gerações. Na era digital, as Imagens avançam pelos céus, rompem todas as fronteiras. As vozes do amor ao futebol ecoam pelo grande campo que é o mundo. Agora, em algum lugar, alguém chuta uma bola. A paixão mais documentada da história não para. O jogo nunca termina.”
(Antonio Roberto de Paula)
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