Dia 18 de junho de 2014, seis anos da morte de Américo da Silva Dias, o Ameriquinho, o Português, um dos grandes nomes da história do futsal de Maringá, pivô dos mais inteligentes. Nascido em 19 de abril de 1957, Américo faleceu aos 57 anos, está sepultado no Cemitério Municipal de Maringá. A data foi lembrada pelo amigo do MEM, o Pitico, amigo de infância do Português. Na foto dos anos 70, Pitico e Américo.
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O maringaense Dionísio Rodrigues Martins é um apaixonado torcedor do Santos Futebol Clube. Amigo de longa data do diretor do Museu Esportivo de Maringá, Dionísio esteve com sua esposa Dalila n o MEM, dia 26 de janeiro de 2019 e fez a doação de uma camisa oficial do seu clube de coração. Díonísio, que já foi diretor do Grêmio de Esportes Maringá e do antigo Maringá Futebol Clube (1995 a 1997), 
Estádio Estrelão, Porto Alegre, pertencente ao Esporte Clube Cruzeiro, de Cachoeirinha
O Estrelão teve capacidade para cerca de 1.500 pessoas, sendo que a média atual de público é de 300 pessoas por jogo. Inaugurado dia 3 de abril de 1977 com o amistoso Cruzeiro 0 x 0 Pelotas. O Esporte Clube Cruzeiro, de Porto Alegre, foi o primeiro clube gaúcho a excursionar pela Europa, Ásia e Oriente Médio, abrindo o mercado int
Pedrinho Araújo, presidente da Liga de Futsal de Maringá, faleceu em 14 de maio de 2017, aos 72 anos.
Um dos grandes incentivadores para a criação do Museu Esportivo de Maringá.
Informações do site www.futsalparana.com.br:
O Paraná é um celeiro de grandes nomes do esporte nacional, seja em quadra, em campo ou nos bastidores. Um destes nomes nasceu não exatamente aqui, mas fez do Estado, e
Equipe de futsal do Country Club de Lupionópolis, 1971 Jogo de despedida do jogador Fuzil contra o Cacique, de Londrina. A quadra de cimento, ao fundo a sede social do Country. O craque Fuzil se transferiu justamente para o Cacique. Nessa época, tendo Fuzil e Anizinho como destaques, o time de Lupionópolis era imbatível na região, chegando a ficar quatro anos sem perder em casa, sendo derrotado para a grande equipe da Sociedade Esportiva Palmeiras em 1973. Q
“Quilômetros de papel e rios de tinta imprimem o futebol ao longo dos anos, atravessando gerações. Na era digital, as Imagens avançam pelos céus, rompem todas as fronteiras. As vozes do amor ao futebol ecoam pelo grande campo que é o mundo. Agora, em algum lugar, alguém chuta uma bola. A paixão mais documentada da história não para. O jogo nunca termina.”
(Antonio Roberto de Paula)
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