É de importância histórica e cultural para Maringá o reconhecimento formal, por parte da CBF, dos títulos nacionais conquistados pelo Grêmio Esportivo Maringá na década de 1960, o Torneio Centro-Sul e o Torneio dos Campeões, como Campeonatos Brasileiros.
Mais do que um simples ato administrativo, trata-se de um gesto de reparação, um reencontro com a verdade do passado. Afinal, são os primeiros títulos brasileiros de um clube paranaense, um feito que transcende fronteiras e se inscreve na alma esportiva de todo o Estado.
Fundada em 1947, Maringá viu nascer em seus gramados o orgulho de um povo em forma de time. O Grêmio Esportivo Maringá, bicampeão paranaense em 1964, ousou sonhar alto: enfrentou gigantes nacionais, mediu forças com seleções europeias e mostrou ao Brasil que, no coração do Norte do Paraná, havia talento, garra e paixão suficientes para desafiar os poderosos.
Foi nas disputas nacionais de 1968 e 1969 que o clube atingiu o cume da glória, consagrando-se campeão e consolidando-se como uma das forças mais respeitadas do Sul do país.
Mas o tempo, às vezes, é implacável.
As competições de então não possuíam o mesmo brilho institucional de hoje, e muitas glórias se perderam nos arquivos empoeirados da história. Pior ainda quando o clube vitorioso encerra suas atividades — como se o silêncio do estádio tentasse apagar o som das arquibancadas lotadas e das vozes que um dia cantaram a vitória.
Por isso, o reconhecimento desses títulos como Campeonatos Brasileiros vai muito além das taças e estatísticas.
É um tributo à memória.
É a voz dos historiadores e torcedores que, juntos, lutam para resgatar o que o tempo tentou esconder.
É o reencontro de Maringá com sua própria história, com seus heróis, com os jogadores, técnicos e dirigentes que deram alma a uma cidade que ainda era jovem, mas já sonhava grande.
Reconhecer formalmente o Grêmio Esportivo Maringá é, acima de tudo, honrar o passado e reafirmar a identidade de um povo.
Porque quando a justiça chega, a memória floresce — e a história volta a respirar.
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O lendário Lev Yashin (1929-1990), o "Aranha Negra", porque seu uniforme era, invariavelmente, preto. Jogou 326 partidas,de 1950 a 1970, pelo Dínamo de Moscou, tendo conquistado cinco campeonatos soviéticos (1954, 55, 57, 59 e 1963) e três Copas da URSS (1953, 1967 e 1970). Na seleção soviética, de 1954 a 1970, foram 78 jogos, sendo campeão olímpico em Melbourne (1956) e da Eurocopa (1960).
#muse
O Museu Esportivo de Maringá está localizado na rua Pioneiro Domingos Salgueiro, nº 1415, esquina com a avenida Carlos Borges, Jardim Guaporé, Maringá-PR. Na internet desde 2014, o MEM promoveu exposições itinerantes em Maringá em 2016 e 2017. No dia 30 de outubro de 2017 foi inaugurada o espaço próprio para a visitação pública. Atualmente, o Museu conta com mais de 10.000 peças. São camisas
Nosso amigo do Museu Esportivo, o pesquisador José Carlos Cecílio, maringaense pioneiro do Maringá Velho, se tornou nosso embaixador na capital paulista. Morando em São Paulo, Cecílio percorre feiras, feirinhas, exposições, sebos, livrarias, brechós e afins em busca de peças, material impresso, tudo que se relaciona com a Cidade Canção. Nessas andanças, depois que criamos o Museu Esportivo de Maringá, e
- Nosso amigo e colaborador do Museu Esportivo, Damásio Barão, com a faixa de campeão do Campeonato de Peladas de 1976, equipe da AFA - Autarquia de Fomento Agropecuário de Maringá. Damásio doou a faixa para o acervo do MEM. Grato, Damásio! A memória do esporte agradece.
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“Quilômetros de papel e rios de tinta imprimem o futebol ao longo dos anos, atravessando gerações. Na era digital, as Imagens avançam pelos céus, rompem todas as fronteiras. As vozes do amor ao futebol ecoam pelo grande campo que é o mundo. Agora, em algum lugar, alguém chuta uma bola. A paixão mais documentada da história não para. O jogo nunca termina.”
(Antonio Roberto de Paula)
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