Nelson Rodrigues foi o primeiro jornalista a chamar Pelé de rei. Foi antes da Copa do Mundo de 1958, na Suécia, em crônica publicada na revista Manchete Esportiva, edição de 8 de março daquele ano:
“Examino a ficha de Pelé e tomo um susto – o sujeitinho só tem 17 anos e recém feitos! Há certas idades que são aberrantes, inverossímeis. Uma delas é a ‘desse’ Pelé. Eu, com mais de 40, custo a crer que alguém possa ter apenas 17 e jogando com uma dessas autoridades irresistíveis e fatais. Dir-se-ia um rei. Racialmente perfeito, do seu peito parece pender mantos invisíveis. O que nós chamamos de realeza é apenas um estado de alma. E Pelé leva sobre os demais jogadores uma vantagem considerável; a de se sentir rei, de alto a baixo, do cabelo à sola das chuteiras. Quando ele apanha a bola e dribla um adversário, é como quem enxota, quem escorraça um plebeu ignaro e piolhento. E ele já tem a convicção de ser o maior do mundo. Diz brincando, mas o teor é de pura seriedade. “
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O jornalista Antônio Roberto de Paula falou aos vereadores de Maringá na sessão desta quinta-feira (17) sobre o Museu Esportivo de Maringá (MEM). O convite foi do vereador Carlos Mariucci.
De Paula contou que a ideia do Museu surgiu em 2011 durante a produção do documentário “Histórias que a Bola Pesada Contou”. “Recebemos muitas fotos e acreditei que poderíamos fazer mais com aquele material.&rdquo
Equipes amadoras (2)
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No dia 16 de julho de 2021, as famílias de Sérgio Abujanra, Custódio André Neto e Maurício Gonçalves estiveram no Museu Esportivo de Maringá para participarem de homenagens póstumas carregadas de emoção. Neste dia, os familiares destes três nomes históricos do esporte maringaense conheceram o trabalho do artista plástico Violin: três telas que foram doadas ao MEM por Gabriel Kara José Neto,
“Quilômetros de papel e rios de tinta imprimem o futebol ao longo dos anos, atravessando gerações. Na era digital, as Imagens avançam pelos céus, rompem todas as fronteiras. As vozes do amor ao futebol ecoam pelo grande campo que é o mundo. Agora, em algum lugar, alguém chuta uma bola. A paixão mais documentada da história não para. O jogo nunca termina.”
(Antonio Roberto de Paula)
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