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Adilson Siqueira, o goleiro voador. Na primeira foto, ele no Maracanã, em 1969, atuando no Grêmio Esportivo Maringá. Na segunda, em Arapongas, recebendo a tocha olímpica, no dia 29 de junho deste ano. (Fotos: arquivo pessoal de Adilson Siqueira e de Igor Kemura, reprodução do site diaadiaarapongas.com.br)
Os saudosos corinthianos: Baltazar 91926-1997), o Cabecinha de Ouro, campeão paulista do 4º Centenário, que ensinou o nosso amigo do MEM, Carlos Alberto Garcia, cabecear; e o médico e comentarista Osmar de Oliveira (1943-2014). Foto da década de 1980.
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Depois de perder a Copa do Mundo de 1950, falava-se que o futebol brasileiro tinha morrido. Apesar da decepção no jogo final contra os uruguaios, nossa seleção encantou o mundo nos jogos anteriores. Por isso, no ano seguintes, muitos clubes brasileiros realizaram excursões pelo Velho Mundo. Foi um bom intercâmbio com o futebol europeu mostrando que estávamos bem vivos e que a derrota de 1950 foi uma fatalidade.
Um combinado São
Medalha do judoca Ricardo Seki de Morais, dos Jogos da Juventude – novembro de 1996, Judô. Curitiba – Paraná - COB Brasil – Comitê Olímpico Brasileiro, Ministério Extraordinário dos Esportes
Indesp – Instituto Nacional de Desenvolvimento do Desporto. Governo do Estado do Paraná. Medalha do judoca Ricardo Seki de Morais, policial civil, que nasceu em 9 de abril de 1979 e faleceu em 22 de abril de 2
“Quilômetros de papel e rios de tinta imprimem o futebol ao longo dos anos, atravessando gerações. Na era digital, as Imagens avançam pelos céus, rompem todas as fronteiras. As vozes do amor ao futebol ecoam pelo grande campo que é o mundo. Agora, em algum lugar, alguém chuta uma bola. A paixão mais documentada da história não para. O jogo nunca termina.”
(Antonio Roberto de Paula)
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