O Museu Esportivo de Maringá tem agora no seu acervo uma camisa oficial da Sociedade Esportiva do Gama, clube fundado em 15 de novembro de 1975, da cidade de Gama, no Distrito Federal. Com autógrafos de jogadores, campeões brasilienses de 2019, a peça foi doada pelo amigo do MEM, Amarildo Fernandes, delegado da Polícia Civil de Brasília e que já residiu em Maringá.
Ele esteve no centro de treinamento do clube no dia 21 de dezembro passado, quando foi recebido pelo presidente Weber Guimarães, o vice-presidente financeiro Arilson Machado e jogadores do elenco, entre eles Emerson, experiente zagueiro, líder do elenco, que já atuou em grandes equipes do futebol brasileiro e fez o pedido para que a camisa da equipe do Distrito Federal estivesse no acervo do Museu Esportivo. Pedido aceito, camisa entregue e, no dia 11 de janeiro, ela foi doada ao diretor do MEM, Antonio Roberto de Paula, pelo Guilherme, filho do Amarildo.
Guilherme também doou ao Museu Esportivo de Maringá um boné e um chaveiro do Urso Panda, lembranças da China, onde seu pai esteve em agosto do ano passado.
Amarildo, que é velocista, fez parte da delegação brasileira e destaque dos Jogos Mundiais de Policiais e Bombeiros, o World Police and Fire Games (WPFG), realizados na cidade de Chengdu, tendo conquistado quatro medalhas de ouro nos 100m, 200m, 400m e revezamento 4 x 100m e prata no revezamento 4 x 400m.
Agradecemos ao amigo e atleta Amarildo Fernandes pelo apoio ao MEM e o parabenizamos pelo espetacular desempenho nas pistas. Agradecemos à diretoria do Gama pela doação, o que contribui para tornar nosso acervo cada dia mais representativo nacionalmente. Desejamos à Sociedade Esportiva do Gama, campeão brasileiro da série B de 1998, sucesso em 2020.
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Texto de Paulo Roberto Grani.
Foto do estádio Durival de Birto e Silva, em 1947, da coleção de Cid Destefani.
O futebol brasileiro deu seus primeiros passos ao lado das ferrovias. Em cada estação [de trem] tinha um campo de futebol, que era praticado pelos operários das ferrovias.
As ferrovias tinham uma importância social gigantesca. Por meio delas, o desenvolvimento chegava ao interior do Brasil e, de carona, o fu
Custódio Jacaré e Zezé, dois craques do futsal maringaense nas décadas de 60 e 70.
Revista do Esporte nº 283, ano VI, Vavá e Pelé na capa, edição do dia 8 de agosto de 1964. Doação: Antonio da Silveira Franco. Entrada no acervo do MEM: 19 de agosto de 2021. No nosso site você encontra parte do nosso acervo. Acesse "Acervo do MEM", está separado por categorias, e passeie pela história do esporte.
Nelson Rodrigues foi o primeiro jornalista a chamar Pelé de rei. Foi antes da Copa do Mundo de 1958, na Suécia, em crônica publicada na revista Manchete Esportiva, edição de 8 de março daquele ano:
“Examino a ficha de Pelé e tomo um susto – o sujeitinho só tem 17 anos e recém feitos! Há certas idades que são aberrantes, inverossímeis. Uma delas é a ‘de
“Quilômetros de papel e rios de tinta imprimem o futebol ao longo dos anos, atravessando gerações. Na era digital, as Imagens avançam pelos céus, rompem todas as fronteiras. As vozes do amor ao futebol ecoam pelo grande campo que é o mundo. Agora, em algum lugar, alguém chuta uma bola. A paixão mais documentada da história não para. O jogo nunca termina.”
(Antonio Roberto de Paula)
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