Flâmula do Santos com autografo do Rei Pelé doada ao Museu Esportivo de Maringá pelo amigo João Lourenço Alavarse. No sábado, 7 de dezembro de 2019, os santistas que compareceram ao Museu Esportivo exibiram o quadro com a flâmula do Santos Futebol Clube, com assinatura do Rei Pelé. A relíquia foi doada pelo amigo João Alavarse, torcedor do Peixe, tendo sido, inclusive, conselheiro do clube.
O amigo Serraria Serra Silva foi quem nos apresentou. Além da histórica peça santista, João doou ao MEM outras flâmulas e também camisas. Grato, João, por nos ajudar a preservar a memória do esporte.
Na foto, os santistas Augusto, Bolinha, Serginho Sakae, Marquinhos Pipoca, Leandro do Enxovais Caxias e Cido Macarrão. O João Alavarse ainda não conhece o MEM, mas em breve fará uma visita.
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O monsenhor Júlio Antônio da Silva, o Padre Julinho, como é conhecido, visitou o Museu Esportivo de Maringá no dia 6 de abril de 2019. Na oportunidade, ele realizou a Oração pelos Enfermos. O Padre Julinho, pároco da Igreja Divino Espírito Santo, atendeu prontamente o convite formulado pelo nosso amigo Reinaldo Borges Maia, para que visitasse a sede do Museu Esportivo e que fizesse a Oração.
O requerimento apresentado naquela Casa de Leis do Estado do Paraná, aprovado por unanimidade no dia 15 de novembro de 2021, foi uma proposição do deputado estadual Soldado Adriano José. O deputado esteve no Meu Campinho Custódio André Neto, localizado na avenida Joaquim Duarte Moleirinho, e fez a entrega oficial do documento ao diretor do MEM, Antonio Roberto de Paula na presença de amigos esportistas. Agradecemos ao deputado Soldad Nosso amigo do Museu Esportivo, Mauricio Azanha, envia a foto em que ele foi o segundo colocado na Corrida da Independência, em Paranaguá-PR, dia 7 de setembro de 2013. Mauricio comenta sobre a foto: "Já dizia Nelson Piquet, o segundo é o primeiro dos derrotados. Pois é." Texto da Liga de Futsal de Maringá - Itamar Tagliari nasceu em Arapongas, em 1948. Mais tarde mudou-se com os pais para Campo Mourão. Ele e os irmãos tinham sede de bola e ainda na adolescentes cada um jogava em um time da cidade. Na hora do almoço brigas eram inevitáveis com cada qual defendendo sua equipe. A mãe, cansada das discussões, implorou por um único presente: queria que seus filhos jogassem juntos, no mesmo time. E isso
“Quilômetros de papel e rios de tinta imprimem o futebol ao longo dos anos, atravessando gerações. Na era digital, as Imagens avançam pelos céus, rompem todas as fronteiras. As vozes do amor ao futebol ecoam pelo grande campo que é o mundo. Agora, em algum lugar, alguém chuta uma bola. A paixão mais documentada da história não para. O jogo nunca termina.”
(Antonio Roberto de Paula)
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