Nosso amigo do Museu Esportivo de Maringá, Bruno Rodrigo Araújo, assessor de imprensa do MFC, fez a doação de um conjunto de agasalhos de 2017 e uma blusa de moletom do clube para o nosso acervo.
Parceiro desde o início do MEM, tendo sido responsável por viabilizar visitas de jogadores e dirigentes do MFC, além do craque do futsal Falcão e jogadores do free style, Rodrigo também doou um quadro com o convite do lançamento oficial do uniforme do MFC de 2017.
Agradecemos ao Rodrigo a doação das peças e o apoio ao Museu Esportivo de Maringá. Graças aos amigos, como Bruno Rodrigo Araújo, o MEM se torna mais representativo, dado ao grande número de itens, e cada vez mais conhecido, não só em Maringá como em todo Brasil.
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1949 - Botafogo com o cachorro Biriba, mascote do clube.
Biriba o cãozinho da sorte do Botafogo
O Presidente do Botafogo na década de 1940, Carlito Rocha, era completamente apaixonado pelo clube. Numa goleada do Botafogo por 10 a 2 sobre o Madureira, um cachorro preto e branco invadiu o campo, como se estivesse comemorando o 10º gol. Foi o bastante. Carlito não teve dúvida e elegeu o animal como mascote do clube. A partir daí, o c
José Carlos Cavalcante faleceu no dia 8 de fevereiro de 2021.
Adeus, Careca, obrigado pelo apoio ao MEM.
Museu Esportivo de Maringá perde um amigo e parceiro, doador de relíquias, incentivador, sãopaulino, apaixonado por futebol e que participou ativamente do esporte amador de Maringá e da região. Descanse em paz, Careca, José Carlos Cavalcante. Deus conforte os familiares e amigos.
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As dependências do Museu Esportivo de Maringá ficaram tomadas na manhã de sábado (1º) pelos novos associados do Clube do MEM e de representantes de empresas parceiras do Cartão de Descontos, vantagens, ofertas e promoções. Os diretores do Museu Esportivo, Antonio Roberto de Paula e Simone Labegalini, recepcionaram os visitantes com um café da manhã e o grupo de apoio do MEM, formado por Luiz Carlos Bergantini, Olivia M
Texto de Reginaldo Benedito Dias, professor e historiador. Nota prévia: este texto foi publicado em O Diário do Norte, em 2011. Poderia tê-lo trazido até os dias de hoje, mas a análise se mantém atual. Os títulos conquistados pelo Londrina (2014) e pelo Operário (2015) não alteram a tendência descrita.
Recentemente, o caderno de esportes de “O Diário” realizou interessante reportagem sobre a
“Quilômetros de papel e rios de tinta imprimem o futebol ao longo dos anos, atravessando gerações. Na era digital, as Imagens avançam pelos céus, rompem todas as fronteiras. As vozes do amor ao futebol ecoam pelo grande campo que é o mundo. Agora, em algum lugar, alguém chuta uma bola. A paixão mais documentada da história não para. O jogo nunca termina.”
(Antonio Roberto de Paula)
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