Roberto Macoto, técnico do primeiro título de Maringá no futsal dos JAP´s, doa medalhas ao MEM
Maringá sempre formava grandes times de futsal para as disputas dos Jogos Abertos do Paraná, mas o título só foi obtido em 1989, na 32ª edição dos JAP´s realizados em Pato Branco, tendo Roberto Macoto como técnico da equipe que tinha os jogadores Robson, Biro, Edson Alexandrino, Amorim, Serraria, Nelito, Astério, Carlinhos, Chiquinho, Duto, Greg e Marcão. Vitória sobre Londrina na final.
No videodocumentário “Histórias que a bola pesada contou” (à disposição no youtube), produzido e dirigido pelo diretor do MEM, Antonio Roberto de Paula, lançado em 2012 nas comemorações dos 50 anos do futsal de Maringá, Macoto foi um dos entrevistados. Neste filme, ele fala sobre o título.
A medalha daquela conquista inédita para o salonismo maringaense, até então, agora faz parte do acervo do Museu Esportivo de Maringá. Macoto esteve no MEM no dia 26 de janeiro de 2019 e fez a doação. Além dela, o treinador, que continuou comandando o selecionado maringaense nos anos seguintes doou mais duas medalhas: de vice-campeão e outra de campeão dos JAP´s.
Macoto teve uma passagem marcante à frente da seleção de Maringá, com dois títulos dos JAP´s e um vice. Professor de educação física da UEM, ligado ao basquete, muitos não acreditavam na possibilidade de Macoto fazer sucesso à frente do time de futsal. A aposta deu certo.
Os resultados foram amplamente favoráveis. Depois do título de Pato Branco, vieram os Jogos de Toledo, com Maringá chegando em segundo lugar, perdendo a final para Ponta Grossa. Nos JAP´s de 1991, realizados na Cidade Canção, Maringá chegou novamente ao título do futsal, desta vez na decisão contra Paranavaí diante de um grande público no ginásio de esportes Chico Neto.
Serraria, que fez parte do elenco, doou sua camisa ao MEM, assim como várias peças esportivas de outras competições que disputou. O uniforme tinha o patrocínio da Umbro.
“Agradecemos o Macoto por doar estas relíquias ao Museu Esportivo de Maringá. Ele obteve conquistas importantes e inéditas para o esporte maringaense. O comandante desta valorosa equipe campeã pela primeira vez dos Jogos Abertos do Paraná está na história. Nós, do MEM, vamos homenageá-los sempre, técnico e atletas, mostrando para os mais jovens a importância dessas vitórias”, enfatiza Antonio Roberto de Paula, diretor do Museu Esportivo de Maringá.
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Faleceu nesta madrugada (17.11.20) o nosso amigo Antero Rocha, aos 69 anos de idade. Antero residia no Conjunto Borba Gato e sofreu um infarto enquanto dormia. Profundo conhecedor da política maringaense, filósofo popular, coordenou a campanha de José Bacarim (Zé do Bar do Zé) e ajudava a coordenar o projeto Eu Amo Maringá. Baiano de nascimento, residiu em Cianorte e passou a ser figura muito conhecida quando veio para Maringá, atuando tam
Pinheiros, 1987, campeão estadual.
Londrina, década de 1960.
Coritiba, 1971, campeão estadual.
Cascavel, campeão estadual, 1980.
CAFÉ de Cianorte, 1971.
Associação Esportiva Jacarezinho, 1954. Acervo da família de Odilon Silva.
Associação Atlética Batel, de Guarapuava, 1985.
Treinamento do Athletico em 1975. Arqu
Francisco Dantas é um dos fundadores do grupo maringaense O Canibal, fundado em 1996, em sua maioria, por funcionários públicos municipais. Dantas é funcionário público aposentado e é um dos grandes colaboradores do Museu Esportivo de Maringá, tendo feito doações para o nosso acervo desde que iniciamos o projeto de resgate e preservação da memória esportiva. Estas fotos do arquivo pessoal de Francisco D
Se você tem mais informações sobre estas fotos, entre em contato conosco pelo e-mail museuesportivo@gmail.com
Cloedemir, equipe da Prosdócimo, 1971.
Zezé.
Zé Bolão.
Oswaldo Lima (in memoriam).
Laércio (in memoriam).
Bechir.
Miroca.
Esquerdinha.
Esquerdinha.
Edson Alexandrino.
Edson Alexandrino.
“Quilômetros de papel e rios de tinta imprimem o futebol ao longo dos anos, atravessando gerações. Na era digital, as Imagens avançam pelos céus, rompem todas as fronteiras. As vozes do amor ao futebol ecoam pelo grande campo que é o mundo. Agora, em algum lugar, alguém chuta uma bola. A paixão mais documentada da história não para. O jogo nunca termina.”
(Antonio Roberto de Paula)
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