Álbum com recortes de jornais e revistas do Grêmio Esportivo Maringá e Grêmio de Esportes Maringá doado ao MEM
O maringaense Varlei Lopes da Silva, 51 anos de idade, é um torcedor apaixonado pelo Grêmio Maringá. Menino ainda, morava na Vila Operária, próximo do Brinco da Vila, o local de treinamentos do Grêmio. Na década de 1980, o clube vivia uma grande fase. Tinha sido campeão paranaense em 1977 e, desde então, disputava o Estadual em iguais condições com os clubes da capital e com o Londrina, seu arquirrival. Participante do Campeonato Brasileiro, o Grêmio lotava o estádio Willie Davids quando enfrentava os clubes da elite nacional.
O garoto Varlei gostava de ir ao Brinco da Vila, assim como os meninos daquela época. Ficar frente a frente com jogadores que no domingo vestiam a camisa alvinegra para defender o time da cidade era uma honra, um orgulho. Varlei se lembra daqueles dias e chega a se arrepiar ao comentar episódios que ele gravou eternamente em sua memória. 'Não perdia um jogo no Willie Davids. O Grêmio foi e sempre será minha paixão', afirma.
Uma paixão que o levou, ainda menino, a recortar jornais e revistas sobre o Grêmio Esportivo Maringá e Grêmio de Esportes Maringá: reportagens, entrevistas, fotos de jogadores e pôsteres. Tudo organizado cronologicamente em um álbum de capa marrom. A história desses clubes é contada desde o primeiro título do futebol profissional de Maringá, em 1963. Ele conta que seu pai era motorista do IBC, o extinto Instituto Brasileiro do Café na década de 1980, e ele aproveitava folhas de relatórios antigos, já descartadas, para colar os recortes.
O álbum, com informações até 2005, é acrescido com imagens de estádios de futebol no país e de distintivos de clubes brasileiros e do exterior.
Na tarde de sexta-feira (12/01/19), Varlei visitou o Museu Esportivo de Maringá em companhia da esposa Luciana. Ele se impressionou ao ver quadros de fotos, camisas e flâmulas do seu clube de coração e, com saudades, se lembrou de histórias da sua época de garoto, dos grandes times do Galo do Norte e dos jogadores.
Entre os muitos jogadores, ele se recorda do goleiro Rubens, que atuou no Galo na década de 1980, o 'Goleiro do Fantástico' em várias ocasiões, por conta de suas grandes defesas nos jogos de domingo. 'O Rubens sempre foi muito bacana com a molecada, até jogava bola com a gente. Pegava muito'.
Varlei, que tem na memória nomes de muitos jogadores do Grêmio, inclusive daqueles de curta passagem e dos que não se destacaram, e também dos radialistas, decidiu doar o seu álbum de infância, portanto de grande valor afetivo, ao Museu Esportivo de Maringá. 'Estou fazendo a doação porque sei que o álbum vai ficar em boas mãos e muitas pessoas vão conhecer o passado do Grêmio, é a minha maneira de ajudar no resgate dessa história', disse Varlei.
O diretor do MEM, Antonio Roberto de Paula, agradeceu a doação e parabenizou Varlei que, por meio da paixão pelo Grêmio, produziu um trabalho histórico. 'O Varlei fez a doação de um importante material de resgate da história do futebol profissional de Maringá, o que muito valoriza nosso acervo, possibilitando um conhecimento maior daqueles tempos de glória dos dois clubes homônimos.'
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Estádio Municipal Ademir Cunha, da cidade de Paulista, de Pernambuco, antes e depois da reforma.
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Em pé: Hermes, Leones, Marco Antonio (Marcão), Diderot, Skerkoski,José Luiz Lopes Vieira (Zé Luiz) e João Marin Mechi. Agachados: Ary, Banha, Francisco Scramin (Chiquinho), Michael Heckmann (Michael), Vilson Paulo Pellacani (Vilson), Pintinha (em lembrança), Edimilson Kazumi e Tião. Este foi o nosso Sétimo título de JAPs e o Tetra-Campeonato Consecutivo. Uma hist&oac Daniela Arouca, de Maringá, é campeã mundial de jiu-jitsu A soldado da Polícia Militar de Maringá, Daniela Alzira da Silva Arouca, participou de 25 a 27 de agosto do Campeonato Mundial Master da Federação Internacional de Jiu-Jitsu, realizado em Las Vegas, nos Estados Unidos. Na categoria master 1 feminino azul meio peso (até 74 quilos), ela disputou duas lutas com atletas americanas e conquistou o título de campeã Crédito das fotos: Ivan Amorim, Donizetinho e Paulo Polite.
“Quilômetros de papel e rios de tinta imprimem o futebol ao longo dos anos, atravessando gerações. Na era digital, as Imagens avançam pelos céus, rompem todas as fronteiras. As vozes do amor ao futebol ecoam pelo grande campo que é o mundo. Agora, em algum lugar, alguém chuta uma bola. A paixão mais documentada da história não para. O jogo nunca termina.”
(Antonio Roberto de Paula)
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