Nosso amigo esportista Ademir Pinesso doou ao Museu Esportivo de Maringá uma caneca do Grêmio de Esportes Maringá, de 1999. Supervisor do Galo do Norte na década de 1990, Pinesso conta que a relíquia, com o distintivo antigo, do Grêmio Esportivo Maringá, lhe foi presenteada por um empresário do ramo de brindes da cidade paulista de Pedreira e que trata-se de uma peça única. 'Na minha casa poucas pessoas poderiam ver acaneca. Aqui, no Museu Esportivo de Maringá, é o melhor lugar para ela ficar', afirmou Pinesso, que entregou a relíquia ao diretor do MEM, Antonio Roberto de Paula, no último dia 7 de julho, na visita que o ídolo corintiano e do Bugre de Campinas, Zenon fez ao local. Mais uma peça que conta a história do futebol maringaense. Obrigado, Ademir Pinesso, por contribuir com a memória do esporte. (Na segunda foto, Ademir Pinesso, Antonio Roberto de Paula e Aldi César Mertz)
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Amigo do Museu Esportivo de Maringá, Nielsen Elias, fala do Maracanã, onde ele atuou tantas vezes:
"Velho Maracanã, hoje completa 70 anos. Maracanã, peço desculpa! Pois acabaram com a sua história. Você tinha a alma, o cheiro e o choro do goleiro Barbosa, que em 1950, com a seleção brasileira, ficou marcado para sempre na história. Tive a sorte de pisar no seu gramado, que sempre foi mal tratado e marcado pela ca
Nosso amigo do Museu Esportivo de Maringá, Walter Pereira, o Waltinho, jogador amador de destaque do futebol maringaense das décadas de 1970 e 1980, doou a camisa do Vilhena Esporte Clube – VEC, de Rondônia. Waltinho ganhou a camisa no tempo em que residia em Vilhena e optou por fazer a doação ao MEM para divulgar o clube, fundado em 1991, pelo qual ele tem grande apreço e também para tornar nosso acervo ainda mais representativo. Um
No dia 8 de novembro de 2019, durante a 6ª Flim - Festa Literária Internacional de Maringá, o diretor do Museu Esportivo de Maringá, Antonio Roberto de Paula, e o membro da Academia de Letras de Maringá, Tiago Valenciano, convidaram o secretário municipal de Cultura, Miguel Fernando, para participar de um bate-papo sobre futebol e literatura no estande da ALM. O encontro foi transmitido ao vivo no grupo do Facebook "Amigos do Museu Esportivo".
O maringaense Vampeta, Craque do futsal, que atuou 11 anos na Itália e joga há cinco anos no Kuwait, doou ao Museu Esportivo de Maringá, uma camisa do seu último clube, o Kazma, e uma da seleção kuwaitiana. A entrega foi feita no sábado, dia 27 de abril, quando Vampeta conheceu o MEM em companhia do seu pai Genilson e do radialista Juninho Palpite.
Aos 34 anos de idade, Jairo Manoel dos Santos que, quando iniciou no futsal na Amafus
“Quilômetros de papel e rios de tinta imprimem o futebol ao longo dos anos, atravessando gerações. Na era digital, as Imagens avançam pelos céus, rompem todas as fronteiras. As vozes do amor ao futebol ecoam pelo grande campo que é o mundo. Agora, em algum lugar, alguém chuta uma bola. A paixão mais documentada da história não para. O jogo nunca termina.”
(Antonio Roberto de Paula)
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