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-  Acesse www.apoia.se/museuesportivo - Torne-se um colaborador do Museu Esportivo de Maringá a partir de 9 reais. Entre nessa história você também! Já avançamos muito nesses anos e novos horizontes vão surgindo à medida que mais pessoas da cultura e da história se incorporam ao nosso projeto de resgate da memória esportiva. Com as novas perspectivas a partir dessa união, vamos conhecendo mais profundamente a saga dos pioneiros do esporte ao mesmo tempo em que valorizamos os atletas da atualidade. Uma luz no passado e um olhar no futuro tendo como ponte o Museu Esportivo de Maringá e você.  Nós fazemos o presente. Se a gente não contar a história hoje, amanhã não haverá quem conte.  

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MEM recebe camisas de clubes espanhóis doadas por Emerson Celestino

Nosso amigo do Museu Esportivo de Maringá, Emerson Celestino, um apaixonado por futebol em especial pelo Corinthians, destinou ao MEM quatro camisas oficias de clubes de sua coleção, todas de equipes da Espanha, onde reside sua irmã que foi quem o presenteou com as peças. As doações foram feitas na visita que ele fez ao Museu, acompanhado de amigos, no dia 23 de fevereiro de 2019.

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Diretor do grupo Canibal, Francisco Dantas, lança livro-CD de poesias


Agradecemos o livro-CD enviado pelo Francisco de Assis Pinheiro Dantas, nosso amigo, grande parceiro do Museu Esportivo de Maringá. O livro "Criaturas... fragmentos soltos no ar" é uma coletânea de poesias escritas pelo Dantas, com as páginas devidamente diagramadas. A capa é um trabalho de Aparecida C. Isolani. Apaixonado pelo esporte, especialmente o futebol, o sãopaulino Dantas é diretor do grupo "O Canibal - Um ser pri

Time do São Paulo, 1951 - Houve um tempo em que um clube parabenizava o outro pelas conquistas

Depois de perder a Copa do Mundo de 1950, falava-se que o futebol brasileiro tinha morrido. Apesar da decepção no jogo final contra os uruguaios, nossa seleção encantou o mundo nos jogos anteriores. Por isso, no ano seguintes, muitos clubes brasileiros realizaram excursões pelo Velho Mundo. Foi um bom intercâmbio com o futebol europeu mostrando que estávamos bem vivos e que a derrota de 1950 foi uma fatalidade.

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O poeta Armando Nogueira (1927-2010). Como faz falta na crônica esportiva...

México 70 - E as palavras, eu que vivo delas, onde estão? Onde estão as palavras para contar a vocês e a mim mesmo que Tostão está morrendo asfixiado nos braços da multidão em transe? Parece um linchamento: Tostão deitado na grama, cem mãos a saqueá-lo. Levam-lhe a camisa levam-lhe os calções. Sei que é total a alucinação nos quatro cantos do estádio, mas só tenho olhos

“Quilômetros de papel e rios de tinta imprimem o futebol ao longo dos anos, atravessando gerações. Na era digital, as Imagens avançam pelos céus, rompem todas as fronteiras. As vozes do amor ao futebol ecoam pelo grande campo que é o mundo. Agora, em algum lugar, alguém chuta uma bola. A paixão mais documentada da história não para. O jogo nunca termina.”

(Antonio Roberto de Paula)

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