(texto de Antonio Roberto de Paula, diretor do Museu Esportivo de Maringá)
Na festa do dia 10 de julho, promovida pelo Museu Esportivo e Liga de Futsal de Maringá, eu e a Simone conhecemos o Osvaldo Luiz Patrão, o moço de Nova Esperança, que trabalhou no Bamerindus de Maringá, depois foi para Curitiba, onde reside até hoje. Conhecemos também a esposa dele, a Terezinha.
Através do amigo comum, Aldi César Mertz, Patrão ficou sabendo do Museu Esportivo em 2017. No início do ano passado, ele mandou várias peças ao MEM: camisas, álbum de fotografias, bótons, ingressos antigos entre outros itens. Desde então, a gente vem se falando aqui no grupo.
Presidente da Associação dos Ex-funcionários do Bamerindus, Patrão foi craque do futebol amador e do futsal, chegou a jogar na seleção maringaense da bola pesada nos anos 1970 e de Nova Esperança também, é um apaixonado por futebol e outros esportes, torcedor do Santos, mas, pelo que vi, naquele coração cabem outras paixões clubísticas.
Pois bem, naquela festa, fui me apresentar e ele me surpreendeu com uma bolsa com várias relíquias: camisas autografadas, ingressos antigos, poster, livro, encarte e uma bola autografada por João Havelange, que foi presidente da Fifa.
Na correria não deu para avaliar o material que estava recebendo para o Museu. São peças históricas que contribuem para tornar nosso espaço ainda mais representativo. Agora, vamos catalogar item por item e expor as peças.
A lamentar somente o fato de eu não ter apresentado a minha mãe ao Patrão durante a festa. Dona Rita ficou sabendo do Patrão quando ele se submeteu a uma cirurgia do quadril e, como sempre faço quando algum amigo está enfermo, pedi pra ela fazer orações para a recuperação dele. Quando disse que o Patrão estava lá, levei uma reprimenda. Não faltará oportunidade. Da próxima vez vai dar certo.
Grato, amigo Patrão, grato pelo apoio, pelas doações e amizade e confiança no nosso trabalho. Abração, Terezinha!
As fotos: Aldi, De Paula, Simone e Patrão e as peças doadas.
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O vereador Onivaldo Barris, da Câmara Municipal de Maringá, apresentou, no dia 1º de novembro último, requerimento no Legislativo requerendo à Mesa Executiva que fosse oficiado ao Museu Esportivo de Maringá, na pessoa do seu diretor, Antonio Roberto de Paula, os cumprimentos pelo primeiro ano de fundação do Museu, ocorrido no dia 30 de outubro.
No requerimento,de número 1981/2018, Barris destacou que o MEM "foi erigi
Equipe do Esporte Clube Operário, de Maringá, 1968, que disputou a Taça Paraná daquele ano. Foto enviada pelo amigo do Museu Esportivo de Maringá, Luiz Antonio Capelato, que atuava naquela equipe. A escalação: Valdinei, Édson, João Paulo, Velson, Toniquinho, Hélio Pelosi e Iracy Mochi (presidente);.
agachados: massagista Bebê Johnson, Capelato, Tião, Pudim, Léo de Paula e Sapit
(Reportagem do jornalista Renato Ilha, que, junto com a esposa Virgínia, esteve no MEM no dia 22 de setembro de 2018)
MARINGÁ/PR - O Jornalista Antonio Roberto de Paula é um dos coordenadores do Museu Esportivo de Maringá, localizado na esquina da Rua Pioneiro Domingos Salgueiro com a Avenida Carlos Borges, no Jardim Guaporé. No alto do prédio, uma escultura chama a atenção de quem passa. É a figura do “Deus da Bol
Década de 1960. Quadras do Ginásio Dr. Gastão Vidigal, hoje Instituto de Educação Estadual de Maringá. Foto do acervo do Museu Esportivo de Maringá.
“Quilômetros de papel e rios de tinta imprimem o futebol ao longo dos anos, atravessando gerações. Na era digital, as Imagens avançam pelos céus, rompem todas as fronteiras. As vozes do amor ao futebol ecoam pelo grande campo que é o mundo. Agora, em algum lugar, alguém chuta uma bola. A paixão mais documentada da história não para. O jogo nunca termina.”
(Antonio Roberto de Paula)
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