A noite do dia 10 de julho de 2019 ficou marcada na história do esporte de Maringá. Um público de mais de 400 pessoas, a grande parte formada por ex-atletas e seus familiares, compareceu à Galinhada promovida pelo Museu Esportivo de Maringá e Liga de Futsal de Maringá na sede campestre do Sindicato dos Bancários. A saborosa galinhada foi preparada por Rui Mertz, irmão do presidente da LFSM, Aldi César Mertz, e sua equipe da cidade paranaense de Rondon. A portaria, o bar, o caixa e o atendimento em geral tiveram como responsáveis os amigos do Museu Esportivo. Um trabalho voluntário em harmonia comprovando a união do grupo de amigos do Museu Esportivo. O show musical foi apresentado por Adriana e Luiz Bedeu, que primaram pelo bom gosto e versatilidade nas canções. A exposição de camisas, pertencente ao acervo do MEM, doadas por ex-jogadores da bola pesada, teve como tema o futsal maringaense. Peças das décadas de 1960, 70, 80, 90 e 00 criaram o ambiente propício para que muitos dos presentes se emocionassem, lembrando da época em que atuavam nos campeonatos da cidade. Histórias de jogos marcantes, rivalidades e conquistas deram o tom na inesquecível noite. A festa foi um grande encontro de amigos, alguns não se viam há 30, 40 anos. O Museu Esportivo e a LFSM pretendem promover outros cinco encontros como este até o final do ano.
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Professores e alunos do Instituto Alex Santos, que tem parceria com o Centro de Formação em Futebol da Cocamar, conheceram o Museu Esportivo no dia 22 de outubro de 2019, sendo recepcionados por Antonio Roberto de Paula e Simone Labegalini. Também compareceram a instrutora pedagógica da Cocamar, Tamae Oliveira, que agendou a visita, e mães dos alunos do Instituto Alex Santos. No dia 23, uma nova turma esteve no MEM, desta vez acompanhada de Wilson Santos, o
Era uma vez no esporte no MEM. Na terça-feira (27), um grupo de amigos esteve no Museu Esportivo para assistir a jogos históricos e bate-papo no projeto do CineMEM "Era uma vez no esporte". Os convidados do dia foram Marquinhos Pipoca, Claudio Viola, Felipe Augusto e Jeremias Puliquezi. Na pauta, as defesas do saudoso Danilo, da Chapecoense, em 2016, e o jogo Brasil 1 x 0 Inglaterra pela Copa do Mundo de 1970.
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Texto de Paulo Roberto Grani.
Foto do estádio Durival de Birto e Silva, em 1947, da coleção de Cid Destefani.
O futebol brasileiro deu seus primeiros passos ao lado das ferrovias. Em cada estação [de trem] tinha um campo de futebol, que era praticado pelos operários das ferrovias.
As ferrovias tinham uma importância social gigantesca. Por meio delas, o desenvolvimento chegava ao interior do Brasil e, de carona, o fu
GMCONLINE, do Grupo Maringá de Comunicação, divulga Lojinha do MEM.
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“Quilômetros de papel e rios de tinta imprimem o futebol ao longo dos anos, atravessando gerações. Na era digital, as Imagens avançam pelos céus, rompem todas as fronteiras. As vozes do amor ao futebol ecoam pelo grande campo que é o mundo. Agora, em algum lugar, alguém chuta uma bola. A paixão mais documentada da história não para. O jogo nunca termina.”
(Antonio Roberto de Paula)
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