José Carlos Cavalcante, que tem o apelido de Careca e foi jogador amador em Maringá, torcedor do São Paulo Futebol Clube e do União Esporte Clube, da cidade de Rondonópolis-MT, doou ao Museu Esportivo de Maringá uma camisa de 2010, do clube mato-grossense campeão estadual naquele ano, que foi autografada por três jogadores da equipe.
Na final, realizada no dia 28 de abril de 2010, em Rondonópolis, contra o Operário de Várzea Grande, o time da casa venceu pelo placar de 3 a 2. E nosso amigo Careca era um dos torcedores presentes ao estádio Luthero Lopes naquela noite que comemoraram o título inédito do União Esporte Clube. O ingresso daquela partida memorável também foi doada ao MEM.
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Equipe de futsal da Soesma, de Maringá, décadas de 1970: Bechir, Martinzinho, Fidel, Custódio Jacaré e Astério. Crédito da foto: acervo do Museu Esportivo de Maringá. #museuesportivodemaringa #amigosdomuseuesportivo
Morando em Maringá e fazendo mestrado na UEM, o carioca Márcio Ferreira da Cunha esteve no Museu Esportivo de Maringá em companhia do amigo Cássio Marcelo de Oliveira Alves no dia 2 de abril de 2019. Nesta sua primeira visita, Márcio fez a doação de uma peça de grande valor afetivo para a sua família: um boné do América Football Club, o alvirrubro do Rio de Janeiro, que pertenceu ao seu avô, Oldevar Gomes
Foto e nformações do amigo e colaborador do Museu Esportivo de Maringá, José Luiz Lopes Vieira, o Pancho, atelta do handebol.
Jogos Escolares Regionais do Paraná - 1977 Umuarama. Foto de integrantes da delegação de Maringá chefiada por Amilcar Machado Profeta, no centro na foto.
E lance do jogo final no qual Maringá venceu Nova Esperança.
Caso você tenha mais informações sob
Depoimento do nosso amigo do Museu Esportivo de Maringá, historiador Luiz Fernando Evaristo:
"Vou contar uma história sobre este ex-jogador do União da Lapa, Ferroviário e Água Verde, o Barbosinha. Hoje ele está com 96 anos, vai fazer 97 em dezembro. Um dia fui visitá-lo junto com o Reginaldo Aracheski no museu do Paraná Clube já no fim da tarde, ele devia ter 90 anos na época. Então ele fechou o museu
“Quilômetros de papel e rios de tinta imprimem o futebol ao longo dos anos, atravessando gerações. Na era digital, as Imagens avançam pelos céus, rompem todas as fronteiras. As vozes do amor ao futebol ecoam pelo grande campo que é o mundo. Agora, em algum lugar, alguém chuta uma bola. A paixão mais documentada da história não para. O jogo nunca termina.”
(Antonio Roberto de Paula)
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