O maringaense Márcio Nogueira visitou o Museu Esportivo Maringá em companhia do amigo Edson da Silva Leite e aproveitou a oportunidade para doar uma camisa do Grêmio de Esportes Maringá.
A relíquia, de 1978, foi um presente que Márcio ganhou de seu cunhado Carlos Del Nobre e, transcorridos mais de 40 anos, ele optou por doar ao MEM. 'É uma maneira de contribuir com o Museu, de ajudar a preservar a memória do futebol maringaense', afirmou Márcio, que jogou na Associação Central de Maringá na década de 1980, time do histórico treinador José Lourenço dos Santos, o Zé Preto. Entre as centenas de fotos nos quadros das paredes do Museu Esportivo, Márcio encontrou uma em que ele aparece na equipe do Central. 'Muitas saudades. Parabéns ao trabalho que vocês realizam. É um lugar para se emocionar', disse Márcio.
A camisa do Galo do Norte doada ao MEM era vendida pelo clube aos torcedores. Aproveitando o momento da conquista do título paranaense do ano anterior, a torcida empolgada, a diretoria do Grêmio Maringá, comercializou camisas, fabricadas na Galeria dos Esportes, idênticas ao da equipe profissional.
Em 2018, o fotógrafo João Cláudio Fragoso doou uma camisa infantil de 1978, quando ele tinha 1 ano de idade, do mesmo modelo desta doada por Márcio Nogueira.
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Crédito das fotos: Ivan Amorim, Donizetinho e Paulo Polite.
Estádio Municipal Ubirajara Medeiros, de Cornélio Procópio-PR, localizado na avenida Barão do Rio Branco, Vila Independência. Capacidade: 6 mil pessoas. Inaugurado no dia 15 de fevereiro de 1970 com o amistoso Seleção Amadora de Cornélio Procópio 1 x 3 Santos Futebol Clube.
O PSTC - Paraná Soccer Technical Center, copm sede em Cornélio Prcópio, utiliza o estádio para jogos e treinamentos.&
Nosso mascote, o MEM, ao lado de uma turma de santistas: Cido Macarrão, Tião Rivelino, Babá, Dionisio Rodrigues Martins, Augusto De Paula de Paula, Marquinhos Pipoca e Gilmar Real. Na oportunidade, o Tião presenteou o Cido com uma camisa oficial do Peixe.
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Os Nardino foram ao Museu Esportivo de Maringá. Odalvir Nardino foi com o filho Everton e o neto Lucas. Everton doou uma camisa e um calção do tempo em que jogava na Amafusa. Odalvir, que foi dirigente da Amafusa, doou ao MEM troféus conquistados por aquele time de futsal que fez história no início
“Quilômetros de papel e rios de tinta imprimem o futebol ao longo dos anos, atravessando gerações. Na era digital, as Imagens avançam pelos céus, rompem todas as fronteiras. As vozes do amor ao futebol ecoam pelo grande campo que é o mundo. Agora, em algum lugar, alguém chuta uma bola. A paixão mais documentada da história não para. O jogo nunca termina.”
(Antonio Roberto de Paula)
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