Ninguém o conhece por Valdecir José Silva. O mundo do futebol amador de Maringá e da região o conhece por Magal, seus amigos só o conhecem pelo apelido. Magal se destacou nos clubes amadores em que atuou, notadamente na Perfimar, forte equipe maringaense dos anos 1980 e 1990, do diretor e dono da empresa Osmar Baguin, um apaixonado pelo futebol.
Magal também marcou seu nome no time do Operário, da Vila Operária, clube dirigido por Ortilio Carlos Vieira, o Tilinho. O goleirão atuou ainda no Grêmio Camarguense, de Doutor Camargo-PR, no Flórida Esporte Clube, da cidade paranaense do mesmo nome, na equipe de Diamante do Norte-PR, entre outras da cidade e da região. No seu currículo, passagem pelo selecionado de Maringá em competições estaduais, como os Jogos Abertos do Paraná.
Aos 57 anos, bancário há 32 anos, dono da Sauna do Magal, localizada na avenida Nildo Ribeiro da Rocha, nº 749, fanático torcedor do São Paulo Futebol Clube, ele não pensa em parar de jogar. Além de disputar o Campeonato Bancário, fecha o gol nos bate-bolas com os amigos no campo de futebol suíço da Receita Federal. “Vou jogar até os 80 anos”, diz.
Na visita que fez ao Museu Esportivo de Maringá, Magal trouxe uma camisa que tinha guardado por, pelo menos trinta, anos: do time da Perfimar, onde fez partidas memoráveis e conquistou vários títulos.
Nas salas repletas de fotografias que contam a história do esporte maringaense desde a década de 1940, Magal se lembrou de contar que também foi goleiro de handebol nos anos 1970. O diretor do MEM, Antonio Roberto de Paula, agradeceu a doação e lembrou da amizade com o pessoal da Perfimar: “Agradecemos o Magal pela relíquia. Agora temos uma peça que representa muito bem a Perfimar no Museu Esportivo de Maringá. A Perfimar, que, através do Osmar Braguin e da Juliana sempre tem nos apoiado, escreveu seu nome na história do futebol amador do Maringá e tinha, necessariamente, que fazer parte do nosso acervo.”
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Uma oração tricolor para Ari Ercílio
Era uma segunda-feira. A data era o mesmo dia 20 de novembro. O ano era 1972. Há exatos 40 anos. No domingo dia 19, o Fluminense tinha jogado com o Botafogo e perdido a partida por 2 x 1. O gol do Flu foi marcado por Silveira. Ari Ercilio, zagueiro-central tricolor ficou no banco de reservas. A segunda-feira, dia 20, como de há
Adilson Siqueira, o goleiro voador. Na primeira foto, ele no Maracanã, em 1969, atuando no Grêmio Esportivo Maringá. Na segunda, em Arapongas, recebendo a tocha olímpica, no dia 29 de junho deste ano. (Fotos: arquivo pessoal de Adilson Siqueira e de Igor Kemura, reprodução do site diaadiaarapongas.com.br)
No coração do Museu Esportivo de Maringá, a história do esporte é preservada graças à generosidade e ao carinho de mais de 400 doadores. Cada item doado, seja a folha de um documento antigo, um chaveiro, uma caneca, uma camisa de um clube amador que já não existe, ou mesmo troféus, taças, medalhas recentes, quadros de fotografias antigas ou reproduzidas recentemente, livros famosos ou de autores anônimos, todos
Resultado do sorteio do 1° Bolão do MEM - brindes da Viapar
Brasil 1 X 1 Suíça 17/06/2018
Vencedores Andreia Prado e Narciso Manuel Miranda
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“Quilômetros de papel e rios de tinta imprimem o futebol ao longo dos anos, atravessando gerações. Na era digital, as Imagens avançam pelos céus, rompem todas as fronteiras. As vozes do amor ao futebol ecoam pelo grande campo que é o mundo. Agora, em algum lugar, alguém chuta uma bola. A paixão mais documentada da história não para. O jogo nunca termina.”
(Antonio Roberto de Paula)
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