Nosso amigo Oswaldo Luiz Patrão doou ao Museu Esportivo de Maringá fotos suas dos anos 1960 e 70, quando atuava no futebol de campo e futsal em Nova Esperança e Maringá. Patrão pertenceu aos selecionados de Maringá e de Nova Esperança, onde deu seus primeiros chutes nas bolas de capotão e nas bolas pesadas do futebol de salão. Ele foi Funcionário do Bamerindus, sendo o presidente da Associação dos Funcionários do Banco. Além das fotos, Patrão doou camisas antigas de clubes nacionais e internacionais, chaveiros, pins, carteirinhas, entre outras relíquias. São relíquias dos seus tempos de Nova Esperança, de Maringá e nas viagens que fez ao Exterior. De Curitiba, onde ele reside, também fez doações. Agradecemos ao craque Osvaldo Luiz Patrão que, mesmo vindo pouco a Maringá, acompanha o dia a dia da cidade, em especial dos muitos amigos que fez. Nosso Museu cada dia mais representativo graças ao apoio de pessoas como Patrão.
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Nosso amigo colaborador do Museu Esportivo, Mauricio Azanha, envia foto do Maringá Histórica (maringahistorica.blogspot.com), blog do amigo Miguel Fernando. É Mauricio quem conta: "No final dos anos 90 as Casas Felipe, muito forte nos anos 70, já agonizava. Acabou sendo vendida para Magazine Luiza. Eram mais de 20 lojas na região de Maringá, mas sua sede era em Paranavaí. As Casas Bahia fez uma oferta, mas o grupo optou pela
Aldi César Mertz levou um exemplar de 1973 da Folha do Norte do Paraná na Galinhada promovida prlo MEM e LFSM, dia 10 de julho, na sede campestre do Sindicato dos Bancários de Maringá. No jornal, o registro da vitória do time de futsal do Bamerindus de Maringá em amistoso contra o Nacional do Uruguai por 3 a 2. Ele e Osvaldo Luiz Patrão jogavam naquele time do Zé do Chapéu. Na foto: De Paula, Rui Mertz, Roderley, Aldi, Patrã
A redação de um jornal do interior na final da Copa do Mundo de 1970
O País respirava futebol naquele 21 de junho de 1970. Não era para menos. O escrete canarinho poderia chegar ao tricampeonato. A seleção comandada por Zagallo havia vencido todos os jogos da Copa do Mundo do México e tinha pela frente a Itália, que, com muita garra, chegara à final no Estádio Azteca, na Cidade do México. A reda&cce
Texto e fotos do blog de Marco Túlio
http://marcotuliopaixoporfutebol.
blogspot.com/
Era uma tarde de domingo, 18 de dezembro de 1966, quando um fato extraordinário aconteceu, deixando suas imagens definitivamente na história do majestoso e sexagenário Maracanã.
Ali dipustava-se a final do Campeonato Carioca de Futebol, onde o Bangu A.C. ganhava o seu primeiro e único título no estádio(apesar de
“Quilômetros de papel e rios de tinta imprimem o futebol ao longo dos anos, atravessando gerações. Na era digital, as Imagens avançam pelos céus, rompem todas as fronteiras. As vozes do amor ao futebol ecoam pelo grande campo que é o mundo. Agora, em algum lugar, alguém chuta uma bola. A paixão mais documentada da história não para. O jogo nunca termina.”
(Antonio Roberto de Paula)
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