Nosso amigo Oswaldo Luiz Patrão doou ao Museu Esportivo de Maringá fotos suas dos anos 1960 e 70, quando atuava no futebol de campo e futsal em Nova Esperança e Maringá. Patrão pertenceu aos selecionados de Maringá e de Nova Esperança, onde deu seus primeiros chutes nas bolas de capotão e nas bolas pesadas do futebol de salão. Ele foi Funcionário do Bamerindus, sendo o presidente da Associação dos Funcionários do Banco. Além das fotos, Patrão doou camisas antigas de clubes nacionais e internacionais, chaveiros, pins, carteirinhas, entre outras relíquias. São relíquias dos seus tempos de Nova Esperança, de Maringá e nas viagens que fez ao Exterior. De Curitiba, onde ele reside, também fez doações. Agradecemos ao craque Osvaldo Luiz Patrão que, mesmo vindo pouco a Maringá, acompanha o dia a dia da cidade, em especial dos muitos amigos que fez. Nosso Museu cada dia mais representativo graças ao apoio de pessoas como Patrão.
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- Fanfarra do Colégio Marista de Maringá, anos 60, sob o comando do Irmão Pedro Danilo Trainotti. Foto colorizada pelo amigo do MEM, Luiz Carlos Altoé. A brilhante e inesquecível fanfarra do Marista foi fundada em 1964.
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Maringá Clube, anos 1960. Crédito da foto: IBGE.
A história do Maringá Clube
Tudo começou em 1956, quando a Companhia de Melhoramentos do Norte do Paraná detectou em sua população uma necessidade eminente de serviços sócio esportivo dentro da cidade de Maringá.
Desta forma, a Companhia doou um terreno ao equivalente de um quarteirão, onde a atual sede está situada. Pr
1980 - Esporte Clube Ivatuba, da cidade paranaense de Ivatuba, campeão amador da Liga de Futebol Regional de Maringá. Foto enviada pelo amigo do Museu Esportivo de Maringá, Divino Dandolini. #museuesportivodemaringa #amigosdomuseuesportivo
No dia em que foi homenageado no MEM (14.08.18), com a Exposição Kaltoé no Esporte, o nosso amigo Luiz Carlos Altoé, o Katoé, doou à nossa biblioteca o livro "60 Capas", capas do Jornal dos Sports, do Rio de Janeiro, escolhidas pelo Zico, eterno ídolo do Flamengo, trabalho que teve a coordenação de José Guilherme Coelho. O Galinho de Quintino autografou a obra para o Kaltoé. Além de "60
“Quilômetros de papel e rios de tinta imprimem o futebol ao longo dos anos, atravessando gerações. Na era digital, as Imagens avançam pelos céus, rompem todas as fronteiras. As vozes do amor ao futebol ecoam pelo grande campo que é o mundo. Agora, em algum lugar, alguém chuta uma bola. A paixão mais documentada da história não para. O jogo nunca termina.”
(Antonio Roberto de Paula)
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