Reginaldo Benedito Dias fala de Paulo Cézar Lima: ' Ele não gosta de ser chamado de Caju. Paulo Cézar Lima encantava-me pela exuberância técnica, exibida na seleção brasileira e, principalmente, na máquina tricolor de 75 e 76. Foi o décimo segundo titular da seleção do tricampeonato mundial. Zagallo pretendia escalá-lo como titular da ponta esquerda, mas o bairrismo dos paulistas castigou o jovem craque do Botafogo. A escolha por Rivelino como camisa 11 mostrou-se acertada, mas também seria acertada a escalação do PC. Revendo os jogos da campanha do tricampeonato recentemente, além de constatar que ele sempre atuava bem quando entrava, era fácil perceber que ele dava mais opções ofensivas pelo lado esquerdo. Inconformista e rebelde, enfrentava os burocratas do futebol. Ao lado de Afonsinho e Reinaldo, compôs o trio dos rebeldes da década de 1970. Em uma época em que Pelé se esquivava desses temas, PC Lima era engajado nas questões da consciência negra.
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Foto enviada pelo Edeval Zinho, nosso amigo do Museu Esportivo. Time da Associação Atlética Lobatense, da cidade paranaense de Lobato, década de 70. O pai do Zinho é o goleiro: Aldevor Meschiari. (Foto: Arquivo pessoal da família Meschiari)
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Tribuna da Massa na cobertura da exposição de Kaltoé no MEM
É de importância histórica e cultural para Maringá o reconhecimento formal, por parte da CBF, dos títulos nacionais conquistados pelo Grêmio Esportivo Maringá na década de 1960, o Torneio Centro-Sul e o Torneio dos Campeões, como Campeonatos Brasileiros.
Mais do que um simples ato administrativo, trata-se de um gesto de reparação, um reencontro com a verdade do passado. Afinal, são os primeiros t&iacut
Quando a menina Arlene Lima, mineira de São Sebastião do Paraíso, nascida em 16 de julho de 1937, chegou em Maringá, vivia chorando de saudades da sua terra natal e dos amigos que deixara para trás. Seu pai, Ary de Lima, havia recebido uma promoção no banco em que trabalhava, o Banco Mineiro da Produção. Seria gerente da agência inaugurada em Maringá, na avenida Duque de Caxias, em 1953. A família Lima, a
“Quilômetros de papel e rios de tinta imprimem o futebol ao longo dos anos, atravessando gerações. Na era digital, as Imagens avançam pelos céus, rompem todas as fronteiras. As vozes do amor ao futebol ecoam pelo grande campo que é o mundo. Agora, em algum lugar, alguém chuta uma bola. A paixão mais documentada da história não para. O jogo nunca termina.”
(Antonio Roberto de Paula)
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