Reginaldo Benedito Dias fala de Paulo Cézar Lima: ' Ele não gosta de ser chamado de Caju. Paulo Cézar Lima encantava-me pela exuberância técnica, exibida na seleção brasileira e, principalmente, na máquina tricolor de 75 e 76. Foi o décimo segundo titular da seleção do tricampeonato mundial. Zagallo pretendia escalá-lo como titular da ponta esquerda, mas o bairrismo dos paulistas castigou o jovem craque do Botafogo. A escolha por Rivelino como camisa 11 mostrou-se acertada, mas também seria acertada a escalação do PC. Revendo os jogos da campanha do tricampeonato recentemente, além de constatar que ele sempre atuava bem quando entrava, era fácil perceber que ele dava mais opções ofensivas pelo lado esquerdo. Inconformista e rebelde, enfrentava os burocratas do futebol. Ao lado de Afonsinho e Reinaldo, compôs o trio dos rebeldes da década de 1970. Em uma época em que Pelé se esquivava desses temas, PC Lima era engajado nas questões da consciência negra.
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Medalhas de Lúcio Aurélio no Museu Esportivo de Maringá -
Medalhas conquistadas pelo atleta Lúcio Aurélio de Freitas, o Tutio, campeão de taekwondo e boxe, doadas ao MEM.
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Foto e informações de José Luiz Lopes Vieira, o Pancho: "Handebol de Maringá nos Jogos Escolares Regionais do Paraná. Equipe dos JERPs 1976 - Paranavaí. Em pé a partir da esquerda: João Marin Mechia, Washington, José Antonio DA Silva (Bicudo), Jacaré, Cianorte e Osmar. Agachados: Carlos Alberto Maranho Gomes (Betão), Valtinho, Aldo Taguchi, Leonardo Ogata, Te&oacu
Seleção Metropolitana de Futebol - Rio de Janeiro-Distrito Federal - Década de 1950: Mirim (Vasco), Ari (Bonsucesso), Pinheiro (Fluminense), Ivan e Oswaldinho (América) e Nilton Santos (Botafogo). Garrincha (Botafogo), Ademir (Vasco), Leônidas (América), Didi (Fluminense) e Sabará (Vasco).
Português, meio-campista do Grêmio Esportivo Maringá, em 1968. Português Santos, que é nosso amigo, aqui no Museu Esportivo e no facebook, mora em Marabá, no Pará. A foto é do arquivo pessoal dele. .
“Quilômetros de papel e rios de tinta imprimem o futebol ao longo dos anos, atravessando gerações. Na era digital, as Imagens avançam pelos céus, rompem todas as fronteiras. As vozes do amor ao futebol ecoam pelo grande campo que é o mundo. Agora, em algum lugar, alguém chuta uma bola. A paixão mais documentada da história não para. O jogo nunca termina.”
(Antonio Roberto de Paula)
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