Xícara e pires da Legião Paranaense do Expedicionário
Centenário da Emancipação política do estado do Paraná - 1853-1953
Curitiba-PR
Centenário
Entrada no acervo do MEM: 2017
A Legião Paranaense do Expedicionário
Após o término da 2ª Guerra Mundial, os expedicionários retornaram ao Brasil. Os militares de carreira militar voltaram aos seus postos nos Quartéis. Os voluntários civis sentiram-se desamparados, já que o Governo Federal iniciou a desmobilização da Força Expedicionária Brasileira (FEB) ainda na Itália.
Ocorreu uma reunião nacional, organizada pelos ex-combatentes, no Rio de Janeiro, que contou com a participação de representantes paranaenses. Os paranaenses retiraram-se antes do encontro se encerrar, pois, ao contrário das idéias ideológicas e políticas focadas na reunião, defendiam a assistência social como principal objetivo das organizações que pretendiam fundar em cada um dos Estados. Almejavam construir um espaço para ajudar os ex-combatentes e seus familiares, principalmente em áreas como saúde, educação, previdência e recolocação no mercado de trabalho.
Esse grupo de civis e também militares, preocupado com a situação de desamparo dos expedicionários civis e de seus familiares, começou a se reunir para planejar como colocar em prática seus projetos de assistência. Fundaram, então, a Legião Paranaense do Expedicionário (LPE), em 20 de novembro de 1946. Entre os pioneiros estavam o General Panasco Alvin, Coronel Machado Lopes, Coronel Campelo, Coronel Jaime Araújo dos Santos, Thomaz Walter Iwersen e Felipe Aristides Simão.
As primeiras reuniões aconteceram numa gráfica, localizada no bairro Batel, de propriedade de Felipe Aristides Simão. Outros encontros ocorreram no Tiro Rio Branco e no Círculo de Estudo Bandeirantes. O grupo ainda não dispunha de sede própria.
Em 1951, graças ao trabalho de vários ex-combatentes e o apoio de vários colaboradores, a LPE inaugurou a Casa do Expedicionário (onde funciona atualmente o Museu do Expedicionário), que passou então a ser sua sede. Aos poucos, foram sendo organizados os trabalhos assistenciais na nova sede, que passou a acolher expedicionários de várias partes do Estado e algumas vezes de outras partes do Brasil.
A primeira Sessão Ordinária da LPE em sua nova sede ocorreu em 20 de março de 1955 e o primeiro Presidente do Conselho Diretor foi Jaime Araújo dos Santos. A posse ocorreu em 14 de abril de 1955, data do 10º aniversário da Tomada de Montese.
A partir do final da década de 1970, ocasião em que o trabalho de assistência já estava bastante reduzido por conta das novas leis que passaram a amparar os expedicionários, a LPE voltou-se para o trabalho memorial, inaugurando, com o apoio do Governo do Estado do Paraná, o Museu do Expedicionário.
Em 2017, a LPE doou o prédio, onde se localizava sua sede e o Museu do Expedicionário, ao Exército Brasileiro. Entretanto, por meio de acordos anteriormente firmados, a LPE mantém ainda sua sede na Casa do Expedicionário e colabora com a administração do Museu. O Governo do Estado do Paraná continua apoiando o Museu do Expedicionário, local bastante frequentado por turistas e estudantes, que mantém acesa a chama do culto àqueles heróis que, no passado, colocaram suas vidas à serviço da Pátria. (Fonte: museudoexpedicionario.com.br
Valdecir Guidini de Moraes, Wilson Teixeira, Rudiney Alvarenga, Rubens Rosa (Barra), Ademir Penha e Jorge Fregadolli, de pé.
Lourisel Borges, Arlindo Garanhani, João Francisco de Assis e Dalton Áureo Moro, agachados.
Foto do dia 21 de maio de 1994, diante do "Clube dos 30 de Maringá", que foi vencido por 3x1.
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Camisa Maringá Futebol Clube
1995
nº 8
Patrocínio: Coca-cola
Doação: Klibson Wesley de Oliveira
Entrada: 09 de abril de 2022
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Edição nº 20
31 de julho de 1970
Doador: João Emídio Neto
Entrada no acervo do MEM: novembro de 2023
Edição nº 203
8 de fevereiro de 1974
Doador: João Emídio Neto
Entrada no acervo do MEM: novembro de 2023
“Quilômetros de papel e rios de tinta imprimem o futebol ao longo dos anos, atravessando gerações. Na era digital, as Imagens avançam pelos céus, rompem todas as fronteiras. As vozes do amor ao futebol ecoam pelo grande campo que é o mundo. Agora, em algum lugar, alguém chuta uma bola. A paixão mais documentada da história não para. O jogo nunca termina.”
(Antonio Roberto de Paula)
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